Lula da Silva denuncia a ultradireita durante a Cúpula Progressista em Barcelona

O presidente brasileiro critica as mentiras sobre migrantes e as ameaças autoritárias à democracia

Lula y Sanchez en Barcelona

Juan Lacomba Juan Lacomba

(España) Editor de la Iberofonía, es licenciado en Derecho y en Relaciones Laborales. Sindicalista y delegado electo desde 2012, actualmente vicepresidente del Comité de Empresa del Ayuntamiento de Sagunto, Valencia. Es además formador y técnico superior en Salvamento y Socorrismo.
Aporta un profundo conocimiento del ámbito laboral, la negociación colectiva y las relaciones laborales en la administración pública.

Durante a Cúpula Progressista Global em Barcelona, o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, fez uma forte intervenção contra o crescimento da ultradireita em diversas partes do mundo. Em seu discurso, Lula acusou os setores conservadores de manipular o mal-estar da população e disseminar mentiras sobre migrantes, mulheres e minorias. “A onda reacionária se aproveitou do mal-estar da população e da frustração, inventando mentiras e mentiras sobre migrantes, mulheres e minorias”, afirmou o presidente brasileiro, chamando atenção para os danos que essa narrativa traz à democracia e aos direitos humanos.

Lula ressaltou ainda o papel da esquerda progressista no combate a essas forças, afirmando que é necessário fortalecer a mobilização global para enfrentar as ameaças do autoritarismo. Ele destacou que a unidade internacional dos partidos progressistas é essencial para preservar as conquistas sociais e os direitos fundamentais.

A fala de Lula da Silva ocorre em um momento crítico, quando a extrema-direita tem ganhado força em várias regiões, com discursos xenofóbicos e antidemocráticos. A Cúpula Progressista foi uma oportunidade para os líderes de partidos progressistas se unirem e debaterem estratégias para frear o avanço desses movimentos.

A intervenção de Lula não se limitou a um ataque político interno, mas também teve um impacto geopolítico, dado o contexto internacional. Sua fala reflete as preocupações crescentes sobre as ameaças autoritárias, que também têm repercussões nas políticas migratórias e de direitos humanos em várias regiões, especialmente em Iberoamérica.

A intervenção de Lula reforçou a necessidade de uma ação coordenada entre os líderes progressistas para enfrentar a ascensão da ultradireita e proteger as democracias ao redor do mundo.

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