La Iberofonía
Equipo de edición de La Iberofonía, medio de comunicación del Ateneo Iberófono Juan Latino.
Angola deu, na terça-feira, o pontapé de saída à 41ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA), o maior evento comercial de dimensão internacional realizado no país, sob o lema “Produzir e inovar localmente, vencer globalmente”. O certame, inaugurado na Zona Económica Especial (ZEE), reúne centenas de empresas nacionais e estrangeiras naquela que se tornou a montra de referência para a indústria e o empreendedorismo angolanos.
Uma plataforma para a diversificação económica
A feira reafirma-se como um espaço estratégico para promover a produção nacional, a inovação e a projeção internacional do tecido empresarial do país. Nos seus pavilhões convivem grandes corporações com pequenos e médios empresários emergentes, numa tentativa de mostrar o potencial produtivo de Angola para além do petróleo, a sua principal fonte de receitas historicamente.
Entre as protagonistas desta edição destaca-se a eJomisse, uma marca angolana especializada em carpintaria e transformação de madeira, cuja presença reflete a aposta da organização em valorizar o mobiliário e a manufatura de produção 100% local.
A agricultura ganha protagonismo
Já na sua terceira jornada, a feira deu espaço à apresentação de projetos ligados à produção de arroz e fuba de milho, dois produtos de primeira necessidade na dieta angolana. A aposta em reforçar estas cadeias produtivas locais insere-se no esforço do Governo para reduzir a dependência das importações de bens alimentares básicos.
Contexto: a diversificação, um desafio pendente
A realização da FILDA acontece num momento em que organismos como o Banco Mundial insistem na urgência de diversificar a economia angolana. A instituição prevê que o país cresça, em média, 2,7% ao ano até 2028, um ritmo inferior ao do seu crescimento populacional (3,1%), e considera que projetos como o Corredor do Lobito serão essenciais para inverter essa tendência.
A feira permanecerá aberta nos próximos dias em Luanda, com novas apresentações empresariais e atividades previstas até ao seu encerramento.a para a diversificação económica
A feira reafirma-se como um espaço estratégico para promover a produção nacional, a inovação e a projeção internacional do tecido empresarial do país. Nos seus pavilhões convivem grandes corporações com pequenos e médios empresários emergentes, numa tentativa de mostrar o potencial produtivo de Angola para além do petróleo, a sua principal fonte de receitas historicamente.
Entre as protagonistas desta edição destaca-se a eJomisse, uma marca angolana especializada em carpintaria e transformação de madeira, cuja presença reflete a aposta da organização em valorizar o mobiliário e a manufatura de produção 100% local.
A agricultura ganha protagonismo
Já na sua terceira jornada, a feira deu espaço à apresentação de projetos ligados à produção de arroz e fuba de milho, dois produtos de primeira necessidade na dieta angolana. A aposta em reforçar estas cadeias produtivas locais insere-se no esforço do Governo para reduzir a dependência das importações de bens alimentares básicos.
Contexto: a diversificação, um desafio pendente
A realização da FILDA acontece num momento em que organismos como o Banco Mundial insistem na urgência de diversificar a economia angolana. A instituição prevê que o país cresça, em média, 2,7% ao ano até 2028, um ritmo inferior ao do seu crescimento populacional (3,1%), e considera que projetos como o Corredor do Lobito serão essenciais para inverter essa tendência.
A feira permanecerá aberta nos próximos dias em Luanda, com novas apresentações empresariais e atividades previstas até ao seu encerramento.
Redação La Iberofonia, com informação da RNA (Rádio Nacional de Angola)


