Juan Lacomba
(España) Editor de la Iberofonía, es licenciado en Derecho y en Relaciones Laborales. Sindicalista y delegado electo desde 2012, actualmente vicepresidente del Comité de Empresa del Ayuntamiento de Sagunto, Valencia. Es además formador y técnico superior en Salvamento y Socorrismo.
Aporta un profundo conocimiento del ámbito laboral, la negociación colectiva y las relaciones laborales en la administración pública.
A junta de Guiné-Bissau anunciou que as eleições presidenciais e legislativas, previstas na Carta Política de Transição, serão realizadas em 6 de dezembro de 2026. A decisão foi formalizada através de um decreto presidencial assinado pelo presidente de transição Horta N’Tam, que assumiu o cargo após o golpe de Estado de novembro de 2025.
Segundo o decreto, a data foi definida após consulta ao Alto Comando Militar e ao Conselho Nacional de Transição, considerando que estão reunidas as condições necessárias para a realização de eleições livres, justas e transparentes. A Carta Política de Transição é o instrumento normativo adotado após a tomada de poder, que suspendeu a divulgação dos resultados das eleições presidenciais de novembro de 2025.
Horta N’Tam autoproclamou-se presidente de transição depois das tensões geradas pelas eleições presidenciais de novembro, nas quais tanto o ex-presidente Umaro Sissoco Embaló quanto o principal candidato opositor, Fernando Dias da Costa, reivindicaram a vitória antes da publicação oficial dos resultados, levando à suspensão da divulgação e ao subsequente golpe de Estado.
A fixação da data eleitoral visa restabelecer o calendário democrático e preparar o país para uma votação que, segundo as autoridades de transição, deverá decorrer com transparência e observância dos procedimentos legais estabelecidos.


