A greve dos trabalhadores da administração pública provoca o encerramento de escolas em Lisboa

Os trabalhadores paralisaram atividades para reivindicar melhores condições laborais.


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Equipo de edición de La Iberofonía, medio de comunicación del Ateneo Iberófono Juan Latino.

Diverse instituições de ensino permaneceram encerradas nesta sexta-feira em Lisboa devido à greve promovida por funcionários da administração pública. A paralisação foi convocada por organizações sindicais com o objetivo de reivindicar a valorização salarial e a melhoria das condições de trabalho. As direções das escolas informaram que a falta de pessoal foi o principal motivo para o encerramento de estabelecimentos de ensino básico e secundário durante o dia.

A greve abrangeu professores, auxiliares de ação educativa e outros funcionários da administração pública, que aderiram à jornada de protesto em várias localidades da capital. Segundo as estruturas sindicais envolvidas, a greve busca chamar a atenção do Governo da República Portuguesa para o impacto das atuais condições laborais no funcionamento dos serviços escolares.

O Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública e o Sindicato dos Professores destacaram que a adesão foi significativa em várias freguesias de Lisboa, motivando a suspensão de atividades letivas e não letivas em várias escolas públicas. Os representantes dos trabalhadores indicaram que a reivindicação de aumentos salariais e o reforço de recursos humanos são prioridades do setor.

O Ministério da Educação da República Portuguesa reconheceu os constrangimentos registados e afirmou que está a acompanhar a situação, mantendo contactos com as direções dos agrupamentos escolares para avaliar os impactos do protesto. Está previsto que a maioria das escolas retome o funcionamento normal a partir da próxima segunda-feira, salvo convocações de novos protestos pelas organizações sindicais.

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