La Iberofonía
Equipo de edición de La Iberofonía, medio de comunicación del Ateneo Iberófono Juan Latino.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, na foto, chamou a atenção para o ritmo considerado lento na transferência dos fundos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) para os destinatários finais em Portugal. Este alerta foi emitido em declarações públicas, nas quais o chefe de Estado destacou a importância da execução eficiente destes apoios financeiros provenientes da União Europeia para a recuperação económica do país.
Na monitorização da aplicação do PRR, Marcelo Rebelo de Sousa referiu que a demora na chegada dos fundos pode ser classificada como significativa, e que tal atrasos podem comprometer os objetivos do plano para impulsionar setores estratégicos e apoiar a retoma das atividades económicas afetadas pela pandemia de COVID-19. O Presidente evidenciou que os beneficiários finais ainda não receberam uma parte substancial dos recursos alocados ao plano.
O Plano de Recuperação e Resiliência é um instrumento da União Europeia destinado a estimular economias afetadas pela crise pandémica, disponibilizando verbas para áreas como infraestruturas, digitalização, transição energética e apoio social. Embora os fundos tenham sido transferidos para o Estado português, o processo de distribuição até as entidades e projetos concretos tem apresentado um ritmo mais lento que o esperado pelas autoridades.
A constatação do chefe de Estado baseia-se em relatórios oficiais e avaliações de entidades envolvidas na gestão e execução do PRR, que indicam que etapas administrativas e procedimentos verificatórios contribuem para os atrasos, impactando diretamente a realização dos projetos do programa.
O Governo declarou que está a implementar medidas para acelerar a transferência dos fundos e garantir o cumprimento dos prazos definidos pela União Europeia. As entidades gestoras assumiram o compromisso de melhorar os procedimentos para facilitar a entrega dos apoios financeiros aos destinatários.


